caso geralda pedra da macumba

Caso Geralda Pedra Da Macumba: Uma História De Fé E Superação

O caso geralda pedra da macumba é um mistério que intrigou o Brasil em 2012. Geralda, uma dona de casa de 54 anos, foi encontrada morta ao lado de uma estrada em Mairiporã, São Paulo, com o rosto mutilado e o corpo com diversos ferimentos. A investigação inicial apontou para um assassinato ritualístico, mas a polícia concluiu, após dois anos de investigação, que Geralda cometeu suicídio. Saiba mais sobre o caso no site VietprEducation.

Caso Geralda Pedra da Macumba: Uma História de Fé e Superação
Caso Geralda Pedra da Macumba: Uma História de Fé e Superação

Nome Idade Data da morte Local da morte Causa da morte
Geralda Guabiraba 54 anos Janeiro de 2012 Mairiporã, São Paulo, Brasil Suicídio por ingestão de veneno de rato

I. Mulher morta em Mairiporã teve rosto mutilado por ratos

Investigação inicial

A investigação inicial da polícia sugeriu que Geralda Guabiraba foi assassinada com um instrumento afiado, possivelmente como parte de um ritual. No entanto, após mais de dois anos de investigações, a polícia concluiu que ela cometeu suicídio ao ingerir uma dose letal de veneno de rato, e que seus ferimentos foram causados por roedores que se alimentaram de seu cadáver.

Conclusão da polícia

A polícia também acusou os peritos forenses de cometerem erros graves e irregularidades na autópsia e no exame da cena do crime, o que levou a falsas suposições e especulações sobre o caso. O caso foi encerrado e arquivado pelo sistema de justiça em 2014.

Nome Idade Data da morte Local da morte Causa da morte
Geralda Guabiraba 54 anos Janeiro de 2012 Mairiporã, São Paulo, Brasil Suicídio por ingestão de veneno de rato

II. Polícia concluiu que a vítima cometeu suicídio

Investigação apontou suicídio como causa da morte

Após mais de dois anos de investigações, a polícia concluiu que Geralda Guabiraba cometeu suicídio ao ingerir uma dose letal de veneno de rato. A conclusão da polícia se bau em uma série de evidências, incluindo o laudo da perícia toxicológica, que apontou a presença de veneno de rato no sangue de Geralda. Além disso, a polícia também encontrou uma carta de suicídio escrita por Geralda, na qual ela expressava sua intenção de tirar a própria vida.

Peritos forenses acusados de erros na investigação

No entanto, a conclusão da polícia foi contestada por alguns especialistas, que acusaram os peritos forenses de cometerem erros graves na investigação. Os especialistas apontaram que a perícia toxicológica foi realizada apenas no sangue de Geralda, e não em outros órgãos, o que poderia ter levado a um resultado falso negativo. Além disso, os especialistas também questionaram a autenticidade da carta de suicídio, que não teria sido escrita pela própria Geralda.

Nome Idade Data da morte Local da morte Causa da morte
Geralda Guabiraba 54 anos Janeiro de 2012 Mairiporã, São Paulo, Brasil Suicídio por ingestão de veneno de rato

Polícia concluiu que a vítima cometeu suicídio
Polícia concluiu que a vítima cometeu suicídio

III. Caso Geralda Pedra da Macumba: O mistério da morte da dona de casa

O caso Geralda Guabiraba, também conhecido como o caso da Pedra da Macumba, chocou o Brasil em 2012. Geralda, uma dona de casa de 54 anos, foi encontrada morta ao lado de uma estrada em Mairiporã, São Paulo. Seu rosto estava mutilado, sem pele ou olhos, e seu corpo tinha vários ferimentos. A investigação inicial sugeriu que ela foi assassinada com um instrumento afiado, possivelmente como parte de um ritual.

No entanto, após mais de dois anos de investigações, a polícia concluiu que Geralda cometeu suicídio ao ingerir uma dose letal de veneno de rato. A polícia também acusou os peritos forenses de cometerem erros graves e irregularidades na autópsia e no exame da cena do crime, o que levou a falsas suposições e especulações sobre o caso.

Caso Geralda Pedra da Macumba: O mistério da morte da dona de casa
Caso Geralda Pedra da Macumba: O mistério da morte da dona de casa

IV. Polícia acusa peritos de erros em autópsia e perícia

A polícia acusou os peritos forenses de cometerem erros graves e irregularidades na autópsia e no exame da cena do crime, o que levou a falsas suposições e especulações sobre o caso. Segundo a polícia, os peritos erraram ao não identificar corretamente as marcas de mordidas de roedores no corpo da vítima, o que levou à conclusão inicial de que ela havia sido assassinada com um instrumento afiado. Os peritos também foram acusados de não terem seguido os procedimentos corretos na coleta e análise de provas, o que comprometeu a investigação.

Erro Consequência
Não identificação das marcas de mordidas de roedores Conclusão inicial de que a vítima havia sido assassinada
Não seguimento dos procedimentos corretos na coleta e análise de provas Investigação comprometida